quarta-feira, outubro 26, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
Ah pois é…
É o Outono a perder por falta de comparência
Divulgado esta manhã, o relatório anual sobre alterações climáticas do Complexidade e contradição revela que a temperatura média à superfície da terra subiu 9,3º no último ano. O estudo foi elaborado com base em três saídas à rua entre os dias 30 de Setembro e 3 de Outubro de 2011, e conclui que vamos morrer todos.
Nicas
domingo, setembro 25, 2011
O malandro do pedinte
Na minha cabeça o maior problema é imaginar as voltas que a vida daquelas pessoas deu para ela virem parar ali. Dá pena, e faz-me pensar que se pudesse fazer algo para tomar a vida daquelas pessoas melhor, que o faria. Mas dar dinheiro? Não, acho que essa não é a solução.
Mas hoje aconteceu algo de que eu não estava mesmo nada à espera...
Estava a fazer compras num Mini Preço e vejo uma senhor que me parecia familiar a trocar moedas muito pequenas. Foi então que reparei no pauzinho de cego e nos óculos escuros
... Até aqui tudo bem, excepto o facto de que o homem não era cego!!! Só dá vontade de lhe dar uma vassourada! Burlão...Há gente muito oportunista...
Nicas (Nunca lhe tinha dado nada.)
sexta-feira, setembro 23, 2011
Uma nerd e as festas
Na minha secundária, um moço 1 ano mais novo que eu teve exactamente (disseram-me) 200 pontos certinhos no exame de Matemática deste ano. Quem lê pensa: Tchi, “ganda cromo”. Se calhar, talvez, mas a verdade é que sempre que vou (ou ia, porque fechou) a um bar no Baleal, ele estava lá sempre batido a abanar o capacete.
A isto eu chamo ter as dimensões da vida equilibradas. Eu por exemplo não tenho, faço um esforço, mas não consigo. No meu ponto de vista, é muito difícil conseguir ter tudo equilibradinho, assim como também não se consegue ser bom um tudo. É o mesmo raciocínio.
A minha faculdade é muito levezinha no que toca a praxes, mas tem umas festinhas fixes. O ano passado não fui a nenhuma. Esta ano queria ver se ia a todas, mas ainda só fui a uma, e já acho que não aguento outra.
Eu não gosto de álcool. Na realidade, eu acho que as pessoas não gostam de álcool, gostam do efeito do álcool. Aquele efeito que ,segundo o “Two and Half Man”, nos faz sentir altos, inteligente e bonitos. O chato da teoria é que apanhar uma bebedeira só fica bem às pessoas que já são altas, inteligente e bonitas… É uma das ironias da vida. Quase como aquela de os bancos só emprestarem dinheiro a quem já tem dinheiro.
Eu até gosto de efeito, mas não me fica nada bem. Ainda por cima como não gosto de álcool, bebo tudo de pénalti. Eu sei… Sou uma vergonha… E depois no dia a seguir, além de uma eventual dor de cabeça, vem um certíssimo peso de consciência. Se houve alguém a aturar-me, então fico para morrer.
Mas ontem não foi o caso. Bebi por desafio e só fiquei só animadinha para chatear caloiros, e conhecer pessoas. Foi giro.

“We live we learn” não é?
Nicas (Nerd forever.)
terça-feira, agosto 23, 2011
Star Wars
Ontem por volta das 3 da manhã, acabei a minha Maratona de Star Wars. Não sei como existem pessoas que não gostam… Os filmes não são perfeitos, mas eu acho que o Episódio IV, para um filme de 1977, não está mesmo nada mal! É capaz de ser o que gosto mais, embora ache que construir uma coisa como a Dead Star deva ser fisicamente impossível. (Isto ignorando outras coisas que são no mínimo piadas baratas para o Hawking, mas que para pessoas como eu, que não querem saber disso para nada, são simplesmente espectaculares.)
Adoro a história. A complexidade do começo a guerra nos episódios I, II, e III. A forma criativa em como nada acontece por acaso que se vê nos episódios IV, V, e VI… Apetece-me ver tudo outra vez.
Nicas
Freedom! ‘90
Hoje fiz a inscrição online no novo ano lectivo, e bem…. sinto-me realizada e contente, como se tivesse posto um ponto numa fase. 2º ano de MedVet, estou desejante que comeces para me começar já a fartar de ti!
Entretanto liguei a televisão, e na MCM que dá música mais antiga estava a dar a lendária: George Michael - Freedom! '90, onde figuram os supermodels que toda a gente conhecia nos anos 90, como a Naomi Campbell. De modo que me encontro sozinha em casa em Lisboa a gritar:
“All we have to do now, is take this lies and make them true somehow. All we have to see, is that I don’t belong to you, and you don’t belong to me”
Nicas
segunda-feira, agosto 15, 2011
Oh bolas…
Mesmo aqui tão pertinho… Bolas. Oxalá fiquem todos bem.
Nicas
Tumultos em Inglaterra
Gostava de saber como que se deixa que um grupo de marginais se organize, e façam tantos estragam numa das maiores potencias mundiais como é a Grã-Bretanha…
Nicas
O aperto da conjuntura
O Mundo, a Europa, e até Portugal, encontram-se a atravessar uma grande conjuntura política, económica e whatever, que eu me tenho esforçado por ignorar.
Prefiro pensar que Portugal ganhou ao Luxemburgo por 5-0, o Benfica empatou com o Gil Vicente, e o Sporting com o Olhanense. Prefiro também preocupar-me com a minha triste vida, e com as complicações palermas da minha cabeça.
Às vezes, por mais optimistas que sejam as coisas que nos dizem, ou seja, que ninguém se lembra das coisas parvas que fizemos, que nós temos de nos levar menos a sério e assim, a verdade é que a intensidade com que a minha cabeça desocupada trabalhar torna isso um tudo nada difícil demais.
A dificuldade com que os meus pais enfrentam a crise, o complicado futuro que provavelmente vou ter de enfrentar quando acabar o meu curso, aliados à minha complicada cabeça de jovem que se sente vazia e incompleta derivado de coisas que não interessam a ninguém, tornam-se um fardo um bocadinho difícil de carregar…
Mas a vida não pára, e há que ter esperança em como as coisas vão melhorar.
Nicas
terça-feira, agosto 09, 2011
Vou ter um grande dia, pelos vistos…
It's not easy to find an emotionally safe place to stand today, for you might feel as if your life is out of balance. You believe that you should remain silent and continue to do your job, yet you may be compulsively driven to even an old score. Avoid the temptation to act impulsively because you could do something that is totally out of character. Consider less radical alternatives to express your anger. You'll be able to keep your dignity intact with a more moderate response.
By, Rick Levine
Nicas
terça-feira, julho 26, 2011
Este péssimo Verão só pode ser obra de gente que não sabe estar
Amanhã volto para Lisboa, e enquanto cá estou vou tentando aproveitar o tempo para depois ter menos saudades. Mas não consigo. O tempo está péssimo, a minha mãe está sempre a mandar-me fazer coisas que englobam ficar uma tarde inteira à espera… enfim, não consigo.
O que eu faço nestes caso é ir para casa da minha avó, matar lá o tempo a jogar a Guitar Hero com o meu primo.
O miúdo é um reflexo daquilo que eu era quando tinha a idade dele. Passa o dia todo fechado em casa, e tal como eu, é muito carente de quem apareça e lhe dê brincadeira. Então ontem passei uma parte da tarde a ajudá-lo a fazer os trabalhos de férias, e diga-se de passagem, foi muito produtivo.
Hoje por exemplo, foi um daqueles dias em que fiquei a tarde toda à espera, e não apareceu ninguém… Sorte marreca.
Nicas (A minha gata está com espasmos, não sei se devo ficar preocupada…)
Mais reflexões assim… tipo, parvas
“Oh papá, qual é o sentido da vida?”
“Ah, essa é fácil. O sentido da vida é… toma nota: Nenhum. Não tem sentido".” – Gato Fedorento
Não é que não tem mesmo? Isto acontece muito simplesmente porque o ser humano é racional, se não fosse, o sentido da vida era a satisfação das necessidades biológicas básicas, e contribuir inconscientemente para o equilíbrio de um tal ecossistema em que sobrevivêssemos.
Mas a minha vida vida, a nossa vida, não é isso. É muito mais do que isso… E é um isso que não tem sentido nenhum.
Existem uma série de situações pelas quais temos de passar, uma série de coisas que temos de ter, um contexto em que temos de viver, pessoas que precisamos de conhecer e algumas delas, que não podemos mesmo mesmo perder.
Estão sempre a dizer: “Vive cada dia como se fosse o último.” Tenho sempre uma vontade enorme de mandar quem diz isso à fava. Porque a vida é monótona, e na maioria das vezes não podemos vivê-la de outra forma.
Agora, quando podemos, é que o devemos fazer… Mas não são assim tantas vezes quanto isso. Não sabemos o que nos espera amanhã, então vou tentar relativizar, tentar preocupar-me o que devo preocupar, tentar não deixar muito por fazer, nem ressentimentos, e pensar que pelo menos tudo o que podia ter feito fi-lo porque era o que o tinha de ser feito.
“As coisas mais importantes da vida, são aquelas para as quais nos precisamos de esforçar menos.”
Nicas (Estou a começar a irritar-me comigo por só escrever coisas destas…)
A Pipoca Mais Doce: My tears dry on their own
segunda-feira, julho 25, 2011
Fase da semana
“Se te ralas, faz alguma coisa. Se te vais ralar para não fazer nada, mais vale não te ralares sequer.”
Nicas
sexta-feira, julho 22, 2011
Porque sou eu assim?
Swedish House Mafia - One (Your Name) feat... por pandapeinture
Na minha primeira época de exames ouvia muita MTV Music. Foi a altura do famoso hit Barbra Streisand (ohoh ohoh ohoh oh...). Sempre que oiço aquela música lembro-me de estar sentada na sala com o meu lindo Essencial Cell Biology a estudar a bela da BMC.
Pela mesma altura, passava lá também esta música dos Swidish House Mafia. Mas enquanto para Barbra Streisand eu era toda "Ohoho"s, para os SHM eu mudava de canal, via aquela coisinha branca em cima de uma mesa, e mudava logo de canal. Automático.
Ate que chegou o dia em que percebi que aquela música era uma das melhores batidas que passa nas discotecas. A música da vontade de mexer mesmo a serio...
Fazendo uma analogia, há uma serie de coisas para as quais somos assim. Não damos um oportunidade as coisas. Se eu tivesse dado, talvez em vez da Barbra Streisand, tinha ficado com a One na cabeça... Mas pensando bem, isso nem tinha sido bom, porque como SHM e que estão a dar agora, e por esse andar, ainda agora estava com traumas de BMC. O que eu sofri por BMC...
Mas a ideia e esta: quantas vezes deixamos passar as coisas sem lhes chegarmos a dar uma oportunidade de nos surpreenderem pela positiva.
Eu sei que sou uma pessoa que antecipa as coisas, mas mesmo assim, continuo a pensar que a vida e uma continua sequência de tentativa e erro. Podemos fugir do erro, mas isso significa que não tentamos sequer. Existem coisas que não tentamos e não nos arrependemos, tentativas que desejamos ter feito, erros que queríamos não ter vivido, e erros que foram erros, mas que mesmo assim valeram a pena. Cabe-nos decidir aquilo que queremos dar uma oportunidade ou não.
Vou tentar deixar-me de reflexões filosóficas, esta fase e só porque a minha vida não tido muito piada ultimamente.
Nicas (A minha irma tinha o iPad na casa de banho. Não aconselho, nunca mais uma pessoa se despacha... Ah, a cena de não dar para pôr acentos estragou-me os "e".)
domingo, julho 17, 2011
Há dias que não são dias.
Hoje estava muito sol, mas uma ventania desgraçada não me deixou ir à praia. Então, subi para o telhado da garagem, e pôs-me a pensar em coisas nas quais só pensamos quando não temos mais nada para fazer.
Este dia de férias não é o único dia de férias que vou desperdiçar. Vai haver muitos dias desperdiçados na minha vida. Na verdade, acho que não fazemos outra coisa do que desperdiçar tempo.
No fim das férias aposto quando pensar no que fiz, só vou ter em mente algumas coisas que fiz em momentos espalhado pelo meio do imenso tempo em que não fiz nada de jeito.
Então, agora sinto-me desapontada, porque estou sempre à espera que alguma coisa aconteça, e que venha roubar esta monotonia toda. Mas por outro lado, a seguir a essa alguma coisa acontecer, vou voltar a ter momentos, horas, e dias de nada, à espera que outra coisa aconteça.
Que tédio, Nossa Senhora…
Por outro lado, o tempo é mau porque enche tudo de nada. Quanto mais ele passa, mas temos medo que quando voltarmos a onde estivemos, ou estivermos com quem estivemos, as coisas já não vão ser iguais.
Então isso deve ser porque ele não é nada, é alguma coisa que apaga, reescreve e repara (ou não)…
Odeio pensar nestas coisas. Fico depremida.
Nicas